Removendo os kernels que você não precisa mais

Cada vez que o Ubuntu instala um novo kernel Linux, o velho é deixado para trás. Isto significa que se você fizer atualizações regulares do sistema Ubuntu, o menu de boot do Grub boot ficará muito grande, com kernels você não precisa mais.

Os kernels antigos são deliberadamente deixados instalados, pois você pode inciar com o kernel antigo, caso tenha problema com o novo. Mas é claro que você não precisará de todas as versões.

Vamos então deixar o menu mais limpo.

Primeiro você precisa descobrir qual é o seu kernel atual. Abra um terminal e execute o seguinte comando:

uname-r

Ele irá mostrar a versão do kernel do Linux que você está rodando.Dever-se-parecido com este:

2.6.20-16-generic

Você deve deixar a atual e aconselha-se deixar também, no mínimo, a anterior. Abra o Sistema -> gerenciador de pacotes Synaptic-> Administração menu.

Clique no botão "Pesquisar" na barra de ferramentas e de pesquisa para linux-image-2.

Os resultados deverão mostrar todos os kernel disponíveis e instalados. A caixa verde à esquerda indica que o pacote está instalado. Verifique pelos números de versão os kernels que você quer e agora você pode desinstalar os velhos kernels a partir da lista clicando e selecionando "Marcar para Remoção".

Cuidado! Seja cuidadoso do que você remover. Garantir que você não remova seu kernel atual, ou qualquer coisa que não é um linux-image. É possível corromper o Ubuntu se você remover o kernel errado.

Clique no botão aplicar a barra de ferramentas para concluir as alterações.

Seu computador e Grub menu deve agora ser livre de kernels antigos.

"Traduzido" do link Remove Ubuntu Kernels You Don’t Need

Comentários

  1. Não é mais fácil e seguro alterar o arquivo de menus do grub (/boot/grub/menu.lst)? Basta apagar as opções indesejadas no arquivo texto sem remover nenhum kernel; assim não se corre o risco de corromper o sistema.

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  2. Na verdade, remover os kernels antigos não foi complicado, é só prestar atenção. Atenção também é necessária para editar arquivos de configuração, como o "menu.lst".
    E economizei mais de 200mb (quase 100Mb por kernel).

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